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Capital Nacional da Moda Bebê, Terra Roxa concentra 40 fábricas de confecção infantil

Setor é responsável por 30% da economia do município e garante emprego a mais de 3,5 mil pessoas; título foi garantido por meio de lei federal sancionada no fim de 2017.




Com mais de 40 fábricas de confecção, Terra Roxa, no oeste do Paraná, é considerada a Capital Nacional da Moda Bebê.

A história que começou ainda na década de 1990 foi reconhecida no fim de 2017 por meio da Lei Federal nº 13.537, a exemplo da Lei Estadual 17.058, de 2012. Atualmente, o setor especializado em roupas para crianças com idade entre 0 e 3 anos é responsável por 30% da economia do município e emprega direta e indiretamente mais de 3,5 mil pessoas. "Nós já vínhamos buscando isso há muitos anos. Agora, com este aglomerado de empresas, com os investimentos feitos, com o trabalho gerado aqui e a produtividade, a gente conseguiu esse título", comenta a presidente do Arranjo Produtivo Local (APL), Teresa Toponiak. (13/02/2018) Em uma das fábricas, são 300 funcionários, com mais 200 em duas filiais em cidades vizinhas. "Nossa produção é de 200 mil peças por mês e a tendência é crescer ainda mais com este reconhecimento", prejeta a assistente de marketing Tayane Ferreira. Outra fábrica, pioneira, inaugurou recentemente um novo parque industrial com 10 mil m². Na área de produção, a cortadeira tem capacidade para cortar dez mil peças por dia. Apesar da aposta na tecnologia, o trabalho das mãos precisas e dos olhos atentos continua indispensável. "Nós temos a missão de fazer as peças piloto, o mostruário, que é o espelho para as outras unidades. A gente tem o desafio de já detectar o melhor da peça", explica a supervisora da sala de amostras, Luciana de Oliveira Queiroz. Em um ano, outra empresa instalada em Terra Roxa produz 5 milhões de peças de roupas. Desde 2017, muitas delas vão para os Estados Unidos, Canadá, Japão, Kuwait e países da América do Sul. Oportunidades Com o setor em expansão, aumentam também as oportunidades, com mais empregos gerados. Há um ano Leandro Guimarães veio com a família do Acre e encontrou na indústria de confecção a chance que buscava. "Quero crescer e fazer o meu trabalho perfeito." "Este mês tivemos mais de 20 vagas abertas e estamos ainda com dez vagas pendentes", aponta a coordenadora de recursos humanos, Rosângela Viana. FONTE G1 https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/capital-nacional-da-moda-bebe-terra-roxa-concentra-40-fabricas-de-confeccao.ghtml

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